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INOVAÇÃO E TECNOLOGIA ALIADAS AO RH

Carlos Martins, presidente do Gi Group Brasil, compartilha insights sobre os avanços que as adaptações tecnológicas trouxeram para a empresa e que podem servir de exemplo para corporações

Como o uso da inovação e da tecnologia podem ser impulsionadores nas estratégias de Recursos Humanos? Para aquisição de talentos, desenvolvimento organizacional, análise de performance ou acompanhamento e mapeamento de atividades, ferramentas tecnológicas proporcionam a reinvenção de processos na área. 

Carlos Martins, presidente do Gi Group Brasil, um dos líderes globais em soluções dedicadas ao desenvolvimento do mercado de trabalho, destaca os desafios que a pandemia e a rápida necessidade de transição para o digital trouxeram para os clientes e para a empresa. “Tivemos três grandes preocupações. A primeira delas envolve a terceirização de curto prazo. Com a volatilidade do mercado, os clientes estão com dificuldade de estimar o quadro de profissionais que precisarão; já nas terceirizações de longo prazo, o desafio está em ter constância na inovação e no desenvolvimento dos profissionais”, explica Martins. O terceiro desafio é a alta em setores específicos. “No auge da pandemia, a área da saúde necessitou contratar um grande volume de pessoas, agora as demandas estão aquecidas nos setores de turismo e hotelaria”, exemplifica.

O Gi Group também passou por mudanças. “O distanciamento social e o trabalho remoto trouxeram para ficar um melhor uso da tecnologia para reuniões, apresentações, etc; além disso, mesmo que virtualmente, tivemos uma maior aproximação e sensibilização pelas necessidades dos clientes, fortalecemos as parcerias e entendemos que, dependendo do cargo e das tarefas, a flexibilidade é um ponto crítico para o engajamento da equipe”, detalha o presidente.

Nos últimos meses, a empresa revisou os processos e tecnologias utilizadas para as atividades. “As pessoas aprenderam a confiar mais no trabalho dos colegas, maior comprometimento e aumento da produtividade mesmo no distanciamento social”, observa Carlos. Outra mudança percebida foi em relação à inovação. O assunto, antes limitado a momentos específicos ou áreas dedicadas, agora está expandido pelas companhias. “Todos podem colaborar com melhorias e, principalmente aqui no Gi Group, tivemos a participação de vários segmentos nos processos de inovação”, conta.

Carlos Martins comenta ainda que o papel do líder é ser exemplo e estar envolvido nas ações da companhia. “Os líderes precisam participar e acompanhar o desenvolvimento dos profissionais para que os conteúdos dos treinamentos sejam plenamente absorvidos. Isso significa aplicar o modelo 70, 20, 10: 70% de experiência, 20% de mentoria e 10% do treinamento em si, portanto, é necessário exercitar o que foi aprendido e o líder tem que contribuir para isso”, conclui o presidente do Gi Group Brasil, Carlos Martins.

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