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PROCESSOS SELETIVOS REMOTOS: TECNOLOGIA É ROTINA ENTRE RECRUTADORES E CANDIDATOS

Executivos do Gi Group analisam cenário e dão dicas para candidatos que estão buscando vaga

O processo seletivo digital não é novidade, inclusive no Gi Group, um dos líderes globais em soluções dedicadas ao desenvolvimento do mercado de trabalho. Há mais de seis anos, pelo menos, a empresa pratica entrevistas para algumas posições através de vIdeochamada, já que a matriz fica na Itália e, desta forma, conseguem contratar colaboradores em outros países. Mas para boa parte das companhias, a seleção e o recrutamento foram repensados e ajustados rapidamente para o formato online, com auxílio de plataformas e ferramentas, para que pudessem continuar os processos durante a pandemia.

Na Wyser, divisão especializada em recrutamento e seleção de executivos para média e alta gerência do Gi Group, os processos seletivos foram 100% remotos desde o início da pandemia, em março de 2020. “A nossa perspectiva é que, com o avanço da vacinação no país, cada projeto seja estudado e definido como presencial ou on-line. Tudo vai depender do perfil do nosso cliente, de quais aspectos precisamos avaliar no candidato, etc. Mas, com certeza, o modelo híbrido será implantado nas nossas ações”, explica o diretor de negócios da Wyser, Fábio Nogueira.

Tanto as empresas quanto os candidatos lançaram mão de ferramentas e tecnologias para cadastrar currículos em bancos de talentos, divulgar vagas e recrutar.

De acordo com Ana Brito, diretora da divisão de seleção de temporários e permanentes do Gi Group, a adaptação foi rápida e o digital veio para ficar. “Nesse momento, passado mais de um ano do início da pandemia, percebemos, durante os processos seletivos, que os candidatos já estão acostumados com a câmera, com boa desenvoltura, em cenário neutro e prontos para a conversa”, conta. “O mais interessante é que todos nós tivemos essa curva de aprendizado e exercitamos a tolerância com imprevistos como falhas na conexão ou crianças e pets que aparecem durante o processo”, detalha Ana.

“Em casos que dinâmicas foram necessárias, passamos a avaliar outros aspectos como a maneira que o candidato se porta na hora de começar o assunto e se expor, como se comporta diante do cliente estando à distância e pedimos apresentações e cases que nos ajudam a conhecê-lo melhor”, pontua Nogueira.

Apesar das ferramentas disponíveis, um país de proporções continentais e índices de desigualdade como o Brasil possui candidatos com pouco ou nenhum acesso à tecnologia para as entrevistas online. “Quando temos o desafio de recrutar pessoas sem os recursos ideais, é necessário ter sensibilidade e realizar o processo no local”, explica Ana. “O digital possui aspectos que tornam o recrutamento mais ágil, estratégico e fácil por economizar o tempo do percurso até a empresa, por exemplo”, complementa.

Para as dinâmicas, os candidatos recebem as orientações para uma participação satisfatória como:

  • Testar a conexão e verificar se há instabilidade na internet;
  • Ir para um local iluminado e silencioso, se possível, para evitar a desconcentração;
  • Ajustar o enquadramento da câmera para garantir uma boa imagem;
  • Evitar o uso de outras abas ou softwares que podem comprometer o funcionamento do computador ou smartphone.

Ana Brito reforça que, em caso de imprevistos, é importante comunicar o recrutador para que o processo seletivo seja remarcado e ajustado conforme a realidade do candidato. “Outro ponto essencial é manter o currículo atualizado nas plataformas de bancos de talentos. Assim, as chances de ser encontrado em uma triagem aumentam”, finaliza.

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