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Cliente: GI GROUP BRASIL
Data: 16/12/2013

PESQUISA DA WYSER TRAÇA PERFIL DOS EXECUTIVOS BRASILEIROS

A ética e caráter inovador são as características mais importantes para o cargo de liderança, diz relatório internacional da divisão do Gi Group

Os executivos brasileiros consideram a ética e a capacidade de inovação como as características mais importantes para quem assume o cargo de liderança. Também têm uma visão tranquila em relação às oportunidades de emprego e tendem a escolher empresas que oferecem, acima de tudo, oportunidade de ascensão profissional e bom ambiente de trabalho, com benefícios. É o que revela uma pesquisa da Wyser, divisão de média gerência do Gi Group, multinacional italiana de recursos humanos.
A pesquisa, realizada entre 1.450 gerentes, avalia o perfil e a visão do mercado de trabalho dos profissionais de seis países: três do Brics (China, Índia e Brasil) e três da Europa (Itália, Bulgária e Sérvia). No Brasil, foram entrevistados 150 executivos, em sua maioria do sexo masculino (53,30%), na faixa etária de 31 e 50 anos, com nível de instrução médio alto e mais de 15 anos de experiência profissional. A maior parte dos pesquisados atua em empresas de pequeno porte, em setores de serviços (26%), indústria (21,30%) e comércio (15,30%).
Segundo o relatório da Wyser, cerca de 38% dos entrevistados brasileiros citaram a ética como o requisito mais importante para um gerente. Em seguida, vem a autonomia e responsabilidade, apontada por 34% dos entrevistados.
De todos os países pesquisados, o Brasil é o que mais valoriza profissionais inovadores. Enquanto que na Itália e na Índia se sobressaíram outras características, como a forte capacidade de comunicação e de se relacionar com as pessoas. Já na China, o gestor ideal deve ser responsável (36,3%) e executor com visão estratégica de alta diretoria (34,7%); e, na Bulgária, a capacidade de lidar com diversidades está entre as características mais emergentes (34%).

O emprego ideal

A pesquisa da Wyser avaliou ainda o comportamento dos executivos na hora de buscar recolocação no mercado e o que os leva a permanecer no emprego. As redes sociais, como Linkedin, e outros networking para profissionais são pouco utilizados praticamente em todos os países consultados. De um modo geral, os gerentes preferem se candidatar ao cargo em sites de emprego ou buscar colocação entre os colegas de profissão, além de contatos nas entidades de classe e empresas especializadas em recursos humanos.
Os países do Brics foram os que apresentaram uma visão mais tranquila em relação ao mercado de trabalho. Os executivos brasileiros, assim como os indianos, estimam que seriam necessários cinco meses e meio para conseguir um novo emprego. Entretanto, os mais otimistas são os chineses, que acreditam que conseguiriam uma recolocação em apenas três meses. E os europeus, especialmente os sérvios e italianos, apresentam uma visão mais pessimista, e estimam que levariam de 14 a 16 meses para encontrar uma nova oportunidade de trabalho.
Os executivos brasileiros, assim como os do Brics, tendem a optar e permanecer em empresas que ofereçam bom ambiente de trabalho e remuneração fixa com benefícios (auxílio para alimentação, transporte, assistência médica etc.) e possibilidade de ascensão profissional.
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