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Cliente: LILÁS
Data: 23/01/2015

TRAVESSIA A NADO ALCATRAZES–CAMBURI

TRAVESSIA A NADO ALCATRAZES–CAMBURI
O percurso de 40 km é inédito no Brasil e será realizado pelo empresário Ricardo Oliveira no próximo final de semana.

O empresário Ricardo Augusto de Oliveira, de 47 anos, pretende fazer um feito ainda inédito no Brasil: na madrugada do próximo dia 25 de janeiro, ele cai na água para atravessar a nado a distância de 40 km entre o pequeno arquipélago de Alcatrazes e a praia de Camburi, no litoral norte de São Paulo.

Acompanhado por seu treinador, Álvaro Coleoni, e uma equipe de apoio que conta com médico, preparador físico, nutricionista e amigos que vão acompanhá-lo de caiaque e stand-up, Ricardo revela que a previsão de permanência no mar vai além das 12 horas. “Vou pular na água em torno das 18h do dia 24 e passar a noite toda nadando; isso para evitar o calor intenso desta época do ano. Se tudo der certo, estaremos chegando a Camburi antes do meio-dia do domingo”, prevê.

O desafio, que tem a mesma distância da travessia do Canal da Mancha, braço de mar que liga o sul da Inglaterra ao norte da França, tem exigido de Ricardo, que não é atleta profissional, treinos diários de três a quatro horas durante seis dias por semana, por mais de dois anos. Ele conta que, entre seus treinos, foi o primeiro homem a chegar nadando, a partir da costa de São Sebastião, na ilha Montão de Trigo, numa distância de quase 13 km de mar aberto; cruzou também o canal de Ilhabela e, evolutivamente, já fez a Travessia 14 Bis, de 24 km que liga Bertioga a Santos.

Apesar de nadar há mais de dez anos, a natação de longa distância, segundo Ricardo, tem pouco tempo em sua vida e surgiu a partir de uma situação de risco. “Em 2012, em uma viagem às ilhas Fiji, no Pacífico Sul, eu, um havaiano e um nativo saímos para surfar em uma pequena embarcação e, depois de algumas horas nos divertindo, não sei explicar bem o porquê, acabou a gasolina do barco. Ficamos a deriva, distantes da costa, sem água e nenhum meio de comunicação. Decidi, então, pular no mar para tentar chegar nadando à terra firme e pedir ajuda. Mesmo sem preparo físico e sem nunca ter nadado uma distância tão grande, achei que era a melhor coisa a fazer. Quando cheguei à costa, depois de 4 horas nadando, foi que percebi que o controle emocional teve muito mais valor do que tudo que passei. Sem isso, teria morrido afogado e exausto”, conta.

Além de voltar as atenções para a importância do arquipélago de Alcatrazes, cujas ilhotas são de extrema importância para a reprodução de peixes e pássaros, a ideia é transformar o percurso em um desafio homologado. Para tal, o triatleta e ironman Celso Saviolli, de 60 anos, acompanhará Ricardo para investigar as condições da travessia.
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